quarta-feira, 13 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ações MORE

TAREFAS:
1 - Mapear todas as casas de estudantes e residências universitárias do estado.
2 - Realizar conversas com candidatas a reitoras nas residências e com o MORE.
3 - Realizar conversas com o pessoal que tiver por dentro da reforma da campus 2 e ver formas de viabiliza a remoção dos residentes.
4 - Agilizar a comunicação do grupo afim de mobilizar a todos de forma mais rápida!
5 - Criar uma conta Formatura no nome de Landerson e Marilia para juntar as finanças do movimento e podermos ter uma maior agilidade nos nossos próximos eventos.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Manifesto dos Reitores de Instituições Federais de Ensino

EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO

Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.

Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.

Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.

Alan Barbiero – Universidade Federal do Tocantins (UFT)
José Weber Freire Macedo – Univ. Fed. do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Aloisio Teixeira – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Josivan Barbosa Menezes – Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman – Univ. Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea – Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Maria Beatriz Luce – Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges – Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alexandre Netto – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho – Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli – Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR)
Miriam da Costa Oliveira – Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA (UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira – Univ. Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Damião Duque de Farias – Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller – Universidade Federal da Santa Maria (UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu – Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade – Univ. Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
Ricardo Motta Miranda – Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Hélio Waldman – Universidade Federal do ABC (UFABC)
Roberto de Souza Salles – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho – Univ. Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Romulo Soares Polari – Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias – Universidade Federal do Ceará – UFC
Sueo Numazawa – Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
João Carlos Brahm Cousin – Universidade Federal do Rio Grande – (FURG)
Targino de Araújo Filho – Univ. Federal de São Carlos (UFSCar)
José Carlos Tavares Carvalho – Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Thompson F. Mariz – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
José Geraldo de Sousa Júnior – Universidade Federal de Brasília (UNB)
Valmar C. de Andrade – Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
José Seixas Lourenço – Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Virmondes Rodrigues Júnior – Univ. Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

http://quixotesforrosebaioes.blogspot.com/2010/10/manifesto-dos-reitores-de-instituicoes.html
Walter Manna Albertoni – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A prefeita de Natal preferiu fazer campanha a administrar a cidade

A prefeita de Natal Micarla de Souza resolveu eleger a irmã e o marido deputado federal e estadual, respectivamente. Para isso, entrou na campanha com o discurso de que sua administração está sendo discriminada e que “gabinetes em Brasília” trabalham contra sua gestão. Isso ela deixou claro na entrevista que concedeu na manhã desta sexta-feira, no Jornal 96.
Micarla diz que “existe uma orquestração desde o dia que tomei posse” para que os recursos não venham para Natal. A prefeita não identifica de quem são os “gabinetes em Brasília”, mas é bom que se registre que ela foi eleita em 2008 com o apoio de SETE parlamentares federais do RN. Hoje conta com o apoio de NOVE dos ONZE parlamentares, inclusive dos TRÊS senadores.
Em tese, apenas o meu mandato e o da deputada Sandra Rosado não fazem parte do seu bloco de apoio. Mesmo assim eu e Sandra nunca nos opusemos a nada que trouxesse benefício para Natal por revanchismo político.
Ocorre que a prefeita resolveu me escolher para justificar a sua má administração. Provocada pelo jornalista Diógenes Dantas, que me citou nominalmente, Micarla questionou porque Natal recebia recursos provenientes de emendas do nosso mandato ao Orçamento Geral da União na época do prefeito Carlos Eduardo, e agora não mais.
Resposta simples: nosso mandato ainda espera que a Prefeitura realize as obras das emendas que ficaram pendentes, como as obras do Mercado Modelo (o mercado das Rocas), a creche do bairro Planalto, as obras do bairro Nossa Senhora da Apresentação, além de várias praças nas quatro zonas da cidade. Continuamos a alocar recursos para Prefeituras que, com competência, realizam as obras que o povo espera e necessita.
Micarla não acredita, mas diz que eu quero me vingar da cidade por não ter sido eleita prefeita. Não diz, entretanto, que nosso mandato destinou emenda de CINCO MILHÕES E SEISCENTOS MIL REAIS para Natal quando ela e Carlos Eduardo foram eleitos, quando o PT ainda não participava daquela gestão.
A prefeita também reclamou no Jornal 96 do fato de eu ter participado da mobilização dos professores, na tarde desta quinta-feira, em defesa do Piso Salarial. Entendo a prefeita estranhar, afinal, ela não tem ligação e não sabe o que é a militância dos movimentos sociais. O nosso mandato nasceu nos movimentos sociais e com eles sempre trabalhou. Principalmente na área da EDUCAÇÃO.
Fui à mobilização dos professores - que teve a coordenação do SINTE-RN - atendendo a um chamamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. A mobilização aconteceu em todo país, e estranho seria se eu não tivesse participado. Afinal, sou professora, estou deputada federal e nessa condição coordeno a Frente Parlamentar Nacional em Defesa do Piso dos Professores na Câmara dos Deputados.
Acredito que já é hora da prefeita Micarla de Souza descer do palanque e começar a administrar a cidade com competência. Assumir a falta de competência que têm caracterizado esses dois anos de gestão e tentar, pelo bem do povo, corrigir esse apagão administrativo. Nessa campanha tenho revisitado todos os bairros de Natal e o que vejo é a revolta do povo com a gestão municipal. Natal não merecia isso.

Fátima Bezerra
Deputada Federal PT RN


Recomendamos

Related Posts with Thumbnails