A Secretaria de Assuntos Estudantis/SAE distribuirá camisetas aos novos alunos (1º semestre) no período das 15h às 18h na segunda-feira (22/02) na praça cívica do Campus.
Lembrando que não havera aula no período da tarde/noite para os alunos INGRESSANTES, a fim de participar do evento.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Residências 2010
Galera este ano que se inicia promete ser bastante importante para todos nós Residentes. No ano passado conseguimos algumas vitórias, este ano, precisamos continuar na luta para o fortalecimento dos Movimentos nas Residências Universitárias. Temos como meta inicial a continuação da batalha em prol da Campus IV, pois a III já é uma realidade.
Com a construção dessas duas novas Residências estará garantido uma melhor qualidade para os que aqui já se encontram, assim como, acesso aos filhos/as de trabalhadores/as do interior que não têm condições econômicas para se manterem na Universidade sem tal auxílio.
Além de garantirmos a construção dessas novas Residências Universitárias e a reforma de outras, como é o caso da Biomédica que está quase pronta em Breve teremos reforma nas residências daqui do Campus além disso, estamos em plena reforma do RU, que beneficiará não só nós Residentes mas grande parte da comunidade universitária. Só precisamos ficar de olho nas datas dessas obras.
Com a construção dessas duas novas Residências estará garantido uma melhor qualidade para os que aqui já se encontram, assim como, acesso aos filhos/as de trabalhadores/as do interior que não têm condições econômicas para se manterem na Universidade sem tal auxílio.
Além de garantirmos a construção dessas novas Residências Universitárias e a reforma de outras, como é o caso da Biomédica que está quase pronta em Breve teremos reforma nas residências daqui do Campus além disso, estamos em plena reforma do RU, que beneficiará não só nós Residentes mas grande parte da comunidade universitária. Só precisamos ficar de olho nas datas dessas obras.
Precisamos fortalecer nossa participação nas mais variadas entidades representativas da ufrn, seja nos CA's seja no DCE, no Movimento Estudantil ou em qualquer espaço político.
Nas eleições do DCE-UFRN deste ano precisamos ter um mínimo de representatividade de Residentes e que estes estejam dispostos a lutarem pelos interesses dos Residentes e dos estudantes da universidade como um todo.
Outro ponto que merece relevância é nossa maior aproximação com os companheiros/as dos CERES, às vezes esquecemos que somos todos Residentes e estudantes da mesma Universidade. Além do mais temos a obrigação de fortalecermos o CARU, e termos pautas e encontros independentes da SAE ou do DEAE para podermos levarmos propostas concretas e não cairmos na "individualidade residencial" que é de costume, onde cada Conselheiro se restringe aos problemas particulares de sua Casa.
Como se percebe, este será um ano bastante corrido, teremos um RU em reforma, um novo regulamento de graduação, novo horário de aula pra quem é da noite entre outras coisas que certamente surgiram, o mais importante é que estaremos juntos. No mais... Um bom semestre a todos.
Nas eleições do DCE-UFRN deste ano precisamos ter um mínimo de representatividade de Residentes e que estes estejam dispostos a lutarem pelos interesses dos Residentes e dos estudantes da universidade como um todo.
Outro ponto que merece relevância é nossa maior aproximação com os companheiros/as dos CERES, às vezes esquecemos que somos todos Residentes e estudantes da mesma Universidade. Além do mais temos a obrigação de fortalecermos o CARU, e termos pautas e encontros independentes da SAE ou do DEAE para podermos levarmos propostas concretas e não cairmos na "individualidade residencial" que é de costume, onde cada Conselheiro se restringe aos problemas particulares de sua Casa.
Como se percebe, este será um ano bastante corrido, teremos um RU em reforma, um novo regulamento de graduação, novo horário de aula pra quem é da noite entre outras coisas que certamente surgiram, o mais importante é que estaremos juntos. No mais... Um bom semestre a todos.
“Não adianta ser milhões se não somos um, ação coletiva objetivo comum”. Facção Centra
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Encontro cobra políticas públicas que favoreçam a inserção das mulheres na ciência
No mundo da ciência, acredita-se, que o que conta é qualidade do trabalho realizado e não as características pessoais de quem o realizou, sejam elas relativas a gênero, raça, religião ou outras. Mas a realidade não é bem assim. De acordo com dados divulgados no encontro, o número de bolsas em produtividade de pesquisa distribuídas pelo CNPq anualmente tem os homens como seu público principal. As mulheres representam apenas 34% do número de bolsistas. Em algumas áreas, como engenharia elétrica, a porcentagem de mulheres que requisitam bolsas só chega a 5%.
A pergunta que ecoou durante no encontro foi “porque as mulheres cientistas no Brasil ainda não avançam tanto em cargos e posições de destaque e reconhecimento? Será preconceito do pares, dos comitês de julgamento de projetos de pesquisa que na maioria das áreas são compostos por homens? Ou será devido ao condicionamento cultural proveniente de uma socialização prematura ou a situação particular da mulher em relação à maternidade”? Foram estes e outros questionamentos que as pesquisadoras procuraram refletir e debater no decorrer do evento.
Várias pesquisadoras lembraram também que a desigualdade de gênero não está só na Ciência. Segundo a antropóloga Marília Gomes de Carvalho, integrante do evento, as mulheres no mercado de trabalho ganham 30% menos que os homens de sua mesma idade e nível de instrução.
“A mulher em todas as instâncias tem que provar sempre que tem competência, o que não é igualmente cobrado dos homens. Isso ocorre devido a um estereótipo, a uma construção cultural, na qual a sociedade sacralizou a mulher como passiva, frágil, doméstica e mãe. Por causa desta visão, a mulher enfrenta mais dificuldades que os homens, que já possuem historicamente o ethos de serem vistos sempre como os mais fortes, os líderes e os mais competentes. Com isso as mulheres acabam por retardar sua ascensão em seu âmbito profissional ou mesmo científico”, disse a antropóloga no segundo dia do Encontro.
Com os diagnósticos divulgados durante o evento foi concluído que nos níveis mais altos da bolsa de Produtividade e Pesquisa a maioria dos pesquisadores é do sexo masculino, inclusive nas áreas tidas como femininas, enquanto que nos níveis iniciais da carreira, o número de mulheres é bem mais expressivo.
Segundo a geneticista da USP Mayana Zatz, além do possível preconceito que a mulher pesquisadora possa enfrentar no campo acadêmico para ser reconhecida e chegar a postos mais altos, ela afirmou também que muitas mulheres fazem a escolha de não assumirem cargos de chefia, para conciliar mais o tempo família e trabalho.
Mayana disse ainda que é fundamental juntar esforços para impulsionar de vez políticas publicas que favoreçam a inserção maior das mulheres na ciência. “O Programa Mulher e Ciência, é uma destas grandes iniciativas, que desde 2005 vem trabalhando para estimular a discussão e a produção científica sobre a participação da mulher na ciência. Mas além do Programa precisamos inserir de vez a sociedade como um todo nesse debate de gênero e educação científico-tecnológica, propondo a criação de políticas públicas que conduzam à participação mais efetiva e igualitária das mulheres na ciência e na tecnologia”, afirmou Zatz.
O Programa Mulher Ciência, do qual o CNPq é integrante, se destaca por três grandes ações em prol da equidade de gênero nas Ciências: o Edital bianual de pesquisas na temática “Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos”, o Prêmio para estudantes denominado “Construindo a Igualdade de Gênero” e o Encontro trianual “Pensando Gênero e Ciências”.
Durante o evento foi pautada também a necessidade de dar prosseguimento as discussões para ampliar a inserção de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros em grupos de estudos sobre ciência, tecnologia e gênero, ressaltando a importância de se construir genealogias, redes e comunidades de conhecimento que valorizem os contextos da sua produção, construção e transmissão. As investigações e os resultados deste Encontro e dos Programa Mulher Ciência serão divulgados no VIII Congresso Iberoamericano em Ciência, Tecnologia e Gênero, a ser realizado de 5 a 9 de abril de 2010, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná ( UTFPR) , na cidade de Curitiba.
fonte: sala de imprensa CNPq
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