quinta-feira, 7 de maio de 2015

Reunião com o Prof. Paulo, o que você achou?

No dia 23 de abril, a PROAE (Pró-reitoria de Assuntos Estudantis) enviou para a residência o seu Pró-Reitor Adjunto, professor Paulo Roberto da Paiva Campos, para responder uma série de questionamentos organizados em duas pautas, uma organizada pelos conselheiros e conselheiras e outra pelo MORE(Movimento Organizado das Residências Estudantis). A reunião estava marcada para as 22:15 e começou bem próximo às 23 horas.
    O pró-reitor teve o cuidado de ler cada um dos pontos das pautas e, tranquilamente, responder. Depois foi aberto para questionamentos e vários e várias residentes poderão fazer perguntas que foram respondidas imediatamente por ele. Algumas frases eram recorrentes nas respostas, como: “não vou prometer pra não cumprir”, “eu gosto dos residentes, mas tem professores que não”, “se eu continuar na pró-reitoria eu vou tentar fazer isso, mas não sei se vou continuar” etc.
    Essa reunião foi importante, pois a ultima vez que a pró-reitoria tinha “mostrado a cara” foi em 2012. É importante que tenham mais reuniões como essas, dessa forma a pró-reitoria de assuntos estudantil tem acesso diretamente as nossas demandas, porque assistência estudantil não é um favor muito menos caridade, mas sim um direito conquistado com muita luta.
    E é exatamente esse o ponto mais importante! Muitos estudantes entram na residência sem compreender que o pouco que temos é fruto de vitórias, reuniões e mais reuniões chatas, pressões, debates etc. Mostramos na reunião com prof. Paulo demandas objetivas e concretas como manutenção da lavanderia, bicicletario e saída de emergência para os prédios.
    Sobre esse ultimo ponto, saída de emergência para os prédios, há uma questão muito séria em jogo: A universidade vai esperar acontecer alguma fatalidade para tomar alguma providência? Há algumas semanas, em umas quarta feira pela manhã, as meninas tiveram que evacuar a campus IV por causa de um vazamento de gás na cozinha. Felizmente nada mais grave aconteceu, mas nós vamos esperar? A saída de emergência é uma reivindicação antiga e nenhum dos pontos respondidos pelo professor tinha prazo, mesmo as coisas mais simples.
    E como “quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”, já diria Rosa Luxemburgo, é importante o nosso movimento. Precisamos continuar cobrando no lugar de ficar esperando que a PROAE faça as coisas por nós. Não adianta passar um bom período pela residência e não contribuir para que ela seja melhor do que é hoje, para os nossos irmãos e irmãs mais novos, para os nossos filhos, para os nossos netos e quem mais precise. Precisamos enxergar para além dos nossos umbigos.


# REITORIA DA FURG OCUPADA #
NOTA DE EXPLICAÇÃO DA OCUPAÇÃO DA REITORIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE


Nós, estudantes dos mais diversos cursos da Universidade Federal do Rio Grande, sofremos no último período com as diversas medidas que o governo federal implementou no ano de 2015. Houve a retirada de direitos, redução dos investimentos no setor público, principalmente na educação e saúde, e a elevação do custo de vida com o aumento de 50% no valor do restaurante universitário, por exemplo.
A expansão que a universidade pública passou nos últimos anos não teve o acompanhamento de investimentos necessários na assistência estudantil. A expressão dessa expansão sem qualidade são as salas lotadas, falta de professores e o crescente número de estudantes que evadem da universidade, em grande maioria filhas e filhos da classe trabalhadora, bem como, negras e negros cotistas. A partir dessa expansão tais pessoas tiveram o acesso, contudo sofrem diariamente com o corte e a insuficiência dos direitos para permanência.
As reivindicações são históricas e incluem toda comunidade acadêmica, pois a precarização atinge tanto estudantes como as trabalhadoras e trabalhadores de todos âmbitos da universidade. A organização das pautas e o processo de negociações ocorre desde o início do ano, com várias assembleias de curso e assembleias gerais. Foram levantadas 24 pautas nesse processo; porém, as respostas que obtivemos nas últimas negociações são em sua maioria negativas e insatisfatórias, inviabilizando a nossa permanência na universidade.

Todas essas questões fizeram com que a ocupação fosse necessária para novamente abrirmos um canal de diálogo com a reitoria. Esse canal de diálogo é também com a comunidade acadêmica, pois estaremos nesse período de ocupação redebatendo as pautas a partir das respostas que foram dadas, e definindo quais delas são prioritárias para o avanço do diálogo.
Entendemos que esses cortes são frutos de uma crise que não é nossa. Além de não aceitarmos a retirada de direitos , queremos avanços em direitos básicos para permanência, como a ampliação da moradia estudantil, acesso ao café, almoço e janta para toda comunidade acadêmica e ampliação na quantidade de bolsas, que no último resultado do processo de benefício várias delas foram negadas, depois do recurso por falta de verba.
Enquanto movimento lutamos diariamente por uma universidade pública, gratuita e de qualidade.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

[Ocupar]Reitoria da UFPEL ocupada pelo MCE

Alerta de textão e conteúdo pesado:
Dois alunos foram atacados nas voltas do alojamento da Universidade hoje. Após um assalto, dois estudantes decidiram revidar e foram atacados por uma gangue. Um deles foi surrado e está em observação no hospital. O outro está desfigurado após receber golpes na cabeça com paralelepípedo, em estado grave.
Ainda mais, os membros da gangue ameaçaram retornar ao alojamento para atacar aos demais alunos que estão lá.
Para a administração da universidade, a medida suficiente no momento seria APENAS a colocação de uma viatura na porta do alojamento.
Sabemos que não é.
Dois alunos foram atacados. Um está desfigurado. E há a promessa de mais ataques. Todos os alunos ali dentro estão, portanto, correndo perigo. O alojamento, como sempe, é afastado do centro e o trajeto representa perigo para todos os alojados. Era mais do que evidente que os alunos precisavam ser removidos com urgência do local onde estavam, mas ninguém queria assumir esta responsabilidade.
A Universidade novamente foi inconsequente na escolha do local para alojamento e segue sendo ineficaz na tomada de medida para proteção, AINDA QUE ESTEJA AVISADO QUE NOVAS VÍTIMAS SERÃO FEITAS.
Enquantos muitos evitam a tomada de ações, neste momento os estudantes, com quem passei a tarde - majoritariamente residentes da CEU - estão se mobilizando para, por conta própria, promover a mudança dos alojados, no senso de solidariedade que é comum a todos os moradores da Casa do Estudante. Os residentes ofereceram as instalações da própria CEU, que tem localização central e vigilância, para emergencialmente abrigar os alojados, ainda que pra isto seja preciso encher ainda mais os quartos, ocupar salas de estudo, ou todo espaço que for possível ocupar, desde que eles fiquem em segurança.
Novamente cabe aos alunos a auto organização e a assunção de tarefas diante da inércia do poder público.
O DCE UFPel foi contatado para ajudar na mudança, mas informou que "não tem carro". Ao DCE UFPel, uma notícia: nenhum dos moradores da Casa do Estudante tem carro. Eu não tenho carro. E ainda assim estávamos lá, mobilizados, para ajudar. Contatando carros de amigos, de conhecidos, fazendo vaquinha para pagar o frete. Contando com o apoio dos residentes e de alunos que voluntariamente se mobilizaram.
Salvo engano, após o terceiro contato o DCE se dispos a reembolsar os valores de mudança (salvo engano) que já estavam sendo levantados por vaquinha entre os estudantes mobilizados. Obrigada, DCE, mas isto é pouco.
É pouco porque a obrigação de vocês, do reitor, da pro-reitora, diante de um caso tão grave, era estar ali, fazendo o que NÓS estávamos fazendo: prestando assistência, pensando soluções, nos movendo, nos mobilizando. Um dos centros acadêmicos se
voluntariou a emprestar o caixa. Muitos alunos levaram o dinheiro que tinham. Passamos a tarde entre ligações e deslocamentos pensando numa solução para o problema. Pensando o que a reitoria desta universidade, o que esta porcaria de diretório central que vocês inconsequentemente elegem, não pensa.
É muito bonito ser reitor, é muito bonito ser pro-reitora, é muito bonito ser dce, é muito bonito ser prefeito, mas vocês já repararam que quando a bomba estoura é sempre o mesmo grupo de alunos que não é prefeito, reitor ou dce que se mobiliza para ajudar?
Está tudo errado nesta história. Está errado este poder público que não garante a segurança dos pelotenses. Está errada esta administração da universidade que, sabendo do quadro de violência municipal, aloja os recém-chegados em locais precários e afastados. Está errada a postura da reitoria que efetivamente ainda não percebeu que cabe a ela tomar as tarefas da universidade, verdadeiramente, integralmente. Está errada a postura do DCE que não compareceu, que não se envolve, que não se importa. Está tudo errado.
O que está mais errada é a ideia de que talvez um de nós morra, atingido por golpes de paralelepípedo. Vocês conseguem calcular a enormidade do que é este problema? A monstruosidade envolvida? Vocês conseguem entender que poderia se passar com qualquer um de nós?
Vocês conseguem tirar o problema da esfera "do outro" e entender que temos um problema "nosso"?
Por favor, consigam.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Relato de residentes:
Eu, Fabrícia Negreiros Marinho, entrei na residência em 2011 já são quase 4 anos de experiência nesse espaço - saio daqui próximo ano (2016), no inicio você entra um pouco assustada com certos comentários que nem são verdade e se assusta mais ainda com a adaptação, eu por exemplo tive que sair de casa cedo para morar com meu irmão pra estudar-cerca de 9 anos- porque no sitio onde minha família morava só tinha o ensino básico de alfabetização, então tivemos que buscar eu e meus irmãos os estudos longe da família.Os mais novos no caso eu e meu único irmão homem moramos em Rodolfo Fernandes (cidade onde nasci que ficava próxima) e depois em Mossoró ele fazendo faculdade e eu no ensino médio, nossa casa era mantida sempre limpa até porque ele me ajudava (era uma casa simples só o necessário e custo de manter-la era baixo )-morei também em casa de parentes quando não deu mais para manter a casa, a partir do momento que eu entrei na residência tive que aprender a conviver com sujeira mesmo tendo uma pessoa pra limpar, tive que aprender a conviver com barulho inclusive fui encaminhada para psicóloga e passei um ano de tratamento e até hoje tenho que aprender a conviver com discurso falso moralista do conselho e de uma certa maioria que nas reuniões diz uma coisa mas quando sai da mesma vai fazer diferente, pra mim uma ação vale mais que mil palavras e eu sou boa observadora aqui dentro,tem pessoas que sabem usar as palavras,que tem classe, já outras tem a grosseria como referência,não é nem culpa da pessoa,é a educação que ela teve como base.
Você sente falta do que um dia você já teve ( mais paz pra estudar, uma ambiente familiar mais presente ) e no momento não pode ter porque não tem dinheiro ou sua mãe diz “agüente ai porque eu não posso te ajudar”, o seu sonho de terminar o curso fala mais alto, no meu caso de ser uma biomédica, há em mim a necessidade de ter uma função social ou de pelos menos compreender socialmente o espaço onde eu estou inserida, pra isso o MORE  é a única saída (um espaço onde as pessoas dialogam em função de uma luta coletiva, mesmo que com opiniões divergentes- eu sempre sentir falta disso na residência, o olho no olho sem constrangimento, as 4 residências se unindo - inicialmente- e quem sabe até mais), talvez isso tenha um peso em fazer a diferença quando sair daqui como profissional mais humanitária, sou quieta, gosto mais de escutar do que de falar, não faço nenhuma questão de amizade de aparência, tenho minhas opiniões e convicções: algumas formadas (fortes) outras em construção, com um tempo você também aprende que se for preciso ser contraria a uma determinada situação mesmo que sozinha faz parte de sua personalidade.Existe também o conflito interno de aprender a respeitar o espaço, a cultura, os hábitos dos outros, eu não considero a residência minha casa ( tem algumas coisas que eu faço na casa da minha mãe mas aqui não posso fazer ) e sim um ambiente em que primeiramente eu devo pensar no coletivo e respeitá-lo, seguindo claro meu objetivo que é terminar o curso. 
 









Campus IV- Piso IV (408)

Biomedicina UFRN-8º período

[Relatos]Espaço destinado a voz dos residentes sobre sua moradia!!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

[Pré-ENCE Palotina PR 2015]


No dia 02 de Abril de 2015, o MORE deu um passo à frente em busca de novos olhares e melhorias para o MCE.

A participação no Pré-ENCE em Palotina/PR 2015, construindo o XXXIX ENCE que ocorrerá em Fortaleza/CE para debater e deliberar assuntos pertinentes ao estatuto da SENCE. Foi bastante construtivo para todos que participaram do movimento debatendo e discutindo o projeto da casa sede. 

O evento começou no dia 02 e foi até o dia 06 de Abril. Os primeiros a chegarem nas terras Paranaenses foram o, Magno Marcio e o companheiro Luiz Neto(Curimatan), os quais fizeram a apresentação da delegação e falaram a respeito da casa, dos problemas com a pró-reitoria, das melhorias que vinham tendo, dos problemas com as casas do interior, e das principais lutas de agora em diante. 

No dia 03 toda a delegação já estava na cidade de Palotina e pegando no batente, começando o dia com a prestação de contas e avaliação do XXXVIII ENCE  que foi sediado pela casa de Goiânia, que desde já merece os parabéns de todos pelo seu empenho, tanto no evento como na prestação de contas e também na sua colaboração com o caixa da SENCE. 

O dia foi corrido e após o almoço na parte da tarde deu-se início na definição do tema.
Com os passar dos dias mais a construção do XXXIX ENCE melhorava mediante as discussões e no dia 04, logo após o café da manhã, começamos a discutir a formação de mesas redondas. O Ceará propôs três mesas redondas no qual uma foi suprimida.

Continuando no debate procedeu-se a formação de grupos e discussões de oficinas, no qual foi bastante construtivo com várias propostas boas incluindo a que o Carlos e Luiz Neto irão fazer parte.

Nos dias seguintes, que foram bastante empolgantes e o trabalho foi até mais tarde, o movimento definiu o ato, realizou a reunião da SENCE e a plenária final, e no último dia a avaliação do movimento e a saída das delegações. 

Depois desses cinco dias no Paraná construindo um evento que virá debater o Estatuto da SENCE, que virá com uma nova cara, que elevará a nossa luta, que irá dizer pra todos que o #MCEvive!!







[ENNECE] Bahia 2013


O ENNECE ocorreu em Salvador/BA de 12 a 17 de novembro de 2013, foi um encontro de formação social onde discutiu-se a assistência estudantil das universidades do Norte e Nordeste. 



Questões como preconceitos em relação a mulheres, os LGBTs, cultura, religião-recursos do PNAES entre outros.  




No presente encontro foi realizado um ato de ocupação a reitoria durante a reunião da CONSURN, um grito ecoou forte por partes dos residentes ali presente:




"Assistência estudantil É direito e não favor, E se a Dora(reitora) não ouvir... A reitoria vai cair, vai cair, vai cair..."







O encontro serviu de base como forma de se fazer movimento estudantil com discussos plausivos e de forte aprendizado para residentes novatos que nunca haviam participado de movimento dos residentes.



Texto e Fotos: Fabricia Negreiros 



domingo, 14 de setembro de 2014

Casa dos Estudantes em Natal-RN passa por grandes dificuldades e estudantes fazem apelo

Hoje pela parte da tarde moradores da casa entraram em contato comigo e pediram minha ajuda para divulgar a situação enfrentada dentro da casa, para que divulgando possa amenizar tudo o que estar acontecendo.
Apelo Estudantil - Decadência na casa do estudante
   Olá;
               Resido na casa do estudante e é com a maior INSATISFAÇÃO que exponho à nossa sociedade norte rio-grandense um caso (DE MUUUITOS) sobre a gestão da Governadora Rosalba Ciarlini Rosado. Eleita pela sociedade majoritária nas eleições estaduais do RN em 2010, ela propiciou ser uma mulher de grande potencial para reger nosso estado, embora tenha feito razoável mandato como prefeita do município Mossoró ela conseguirá sair como gestora de um dos maiores índices de rejeição do estado.
               Para quem não sabe, a CERN (Casa do Estudante do Rio Grande do Norte) é tombada como patrimônio histórico, palco do cenário de vários momentos da nossa civilização (os quais não irei expor no momento) e em virtude disso deveria ser um prédio muito bem zelado perante a lei. Como estudante de Engenharia Civil, afirmo que a estrutura deste prédio chega a se tornar ameaçadora a todos nós, pois apresenta ferragens expostas nas vigas e lajes, dentre outros fatores.
Além disso, em tempos de outrora os estudantes eram muito bem recebidos e atendidos pelo secretariado e assessores, no entanto recentemente procuramos satisfações no prédio da governadoria sobre o repasse, o qual não está sendo efetuado ao comércio (fornecedor) A 7 MESES!!! E esse secretariado, os quais se dizem ser servidor público apenas nos dar uma única resposta, a mais manjada de todas: ‘’estamos em reunião’’. Recebemos uma doação da Escola Estadual Winston Churchill – Natal, contudo ao passar os dias os mantimentos acabaram e não recebemos a assistência devida.
              Será que os estudantes do RN merecem uma pressão deste cunho social? Acredito que nesse momento quem estuprou, roubou, praticou latrocínio, em suma, os presidiários estão eles a fazer as três refeições básica diária. Porém quem estuda já não tem esse mesmo privilégio. Queria eu entender se isso faz parte da liberdade, igualdade e soberania popular. E assim vivemos refém do poder público, sem justiça, sem educação, sem segurança. Ah, e sem ALIMENTO TAMBÉM!!! 
(todas as casas de estudantes, tais como a Masculina e Feminina de Natal, Mossoró, Caicó e Jucurutu se encontram sem assistência alimentícia)                                                                                                                  
  Att.: J Danilo

Repostado de Gildecio Lima

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Uma Analise Pessoal do RN no ENCE 2014

Uma das delegações mais animada do ENCE representou o RN (UFRN) com total empenho. O grupo demonstra amor e carinho pela sua terra e cantos tipos da cidade de Natal. 

A musica Cidade do Sol do Rastafeeling marcou a passagem dos potiguares em Goiânia. 

Sempre prontos aos debates e discussões tanto nas plenárias como nos GDs e GEs e também nas barracas, por que ninguém é de ferro. 

O grito de: "Na delegação do RN não tem bullyng, para com isso" sempre que algo aparentava bullyng foi presença constante que envolveu delegações de outros estados como no caso da interação, já histórica, RN/CE. 

Esta perceptível a animação e empenho de um grupo em pro do MCE/RN (MORE). Temos no entanto que aproveitar esse momento para agilizar pautas pendentes no estado. Como a revitalização do Movimento Organizado de Residencias Estudantis - MORE, construção do III Encontro Potiguar de Cassas de Estudantes - EPoCE. 

Ao fim tenho a agradecer o empenho e dedicação da delegação que me representa. 
Em especial:
Orlando (Ceara)
Jonathan (Bombadinha)
Denis (Barrão)
Helder (Fortaleza)
Luiz (Curimatam)
Rafael (O Casal 1)
Jaciane (O Casal 2)
Reginaldo (" ")
Cardoso (Dentinho)
Palyanni
Junior 
Bruno
Antonio

E a todos que faz e fez o MORE nas terras Potiguares;.


Delegação do RN Consegue representação no ENCE 2014 - Goânia

Depois de muita luta e correria a delegação do RN (UFRN) consegue auxilio para mandar representantes ao

XXXVIII Encontro Nacional de Casas de Estudantes - ENCE 2014 - Goânia - GO


Mesmo como tantos problemas apresentados, foi a luta e persistência que levou o grupo a conseguir auxilio junto a PROAE. 

O encontro que aconteceu  de 27 de julho a 1 de agosto traz em seu tema: Integrar, Lutar, Resistir: da Necessidade de lutar frente a cultura de aceitar.

O ENCE é a instância máxima de deliberação da SENCE (Secretaria Nacional de Casas de Estudantes). A SENCE é a entidade que representa nacionalmente todas as Moradias Estudantis. O ENCE é uma oportunidade para a interação e discussão de pontos referentes às políticas de assistência estudantil. Discutindo a moradia, sem perder de vista também outros aspectos que garantem o acesso e a permanência do estudante na instituição, é possível através da politização destes estudantes, chegar a avanços e contribuições para implementação destas políticas de assistência de forma mais eficaz.

O evento é de cunho político, pedagógico e cultural, por isso as atividades do XXXVIII ENCE constarão de palestras, debates, grupos de discussão (GDs) e grupos de estudo (GEs), oficinas, exposição de trabalhos acadêmico/científicos e plenárias deliberativas.Observando a atual conjuntura da assistência estudantil fica explícita a necessidade de uma articulação e fortalecimento de nossas bases enquanto movimento e é preciso que os diferentes grupos se unam em lutas que levem as bandeiras referentes a assistência estudantil do país.



terça-feira, 30 de abril de 2013

ENCE com data Marcada - (Re) organização e emancipação política do MCE: pela garantia dos direitos historicamente conquistados.



O pré-ENCE acaba e já se define e se apresenta grandes novidades, como a data tema do XXXVII Encontro Nacional de Casas de Estudantes 2013 ( ENCE 2013) - RJ.

Diante do magnífico trabalho realizado pela equipe do pré-ENCE 2013 em Rondonópolis - MT se conclui mais uma pagina de movimento em pró de nós residentes, feitos por nós e para nós Estudantes de Origem popular. Em clima de harmonia e satisfação o Movimento de casas de Estudantes de mostra a limpeza idealizada e construída na luta e forças dos nosso bravos guerreiros.   

O tema para o  XXXVIII ENCE será: (Re) organização e emancipação política do MCE: pela garantia dos direitos historicamente conquistados, o tema trás uma preocupação com a nossa memória o que lembramos de nossas conquistas e a quais estamos contribuindo para manter, essa preocupação pode ser um reflexo da falta de divulgação eficiente ou um local único repositório de nossa memória, disponível ao publico em geral e com fácil acesso.

XXXVIII ENCE acontecera na cidade do Rio de Janeiro – RJ de 4 a 9 de agosto de 2013, as casas de bases, no caso nossa do Rio Grande do Norte, devem se mobilizar para conseguir a maior e melhor quantidade de representantes para o evento que será de suma importância nos rumos da política de assistência estudantil a nível Nacional.





Vejam abaixo os representantes da Comissão organizadora (CO-UFRJ), qualquer informação sobre o Encontro Nacional de Casas de Estudantes, entrar em contato:



Comissão Organizadora

UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)





JOSEANE RODRIGUES- Email: josimarxista@gmail.com 

Fone: TIM-(21)- 7918- 9322/ CLARO-(21) 9332- 3870

LILIAN: Email: lilianfrankilin@yahooo.com.br 
Fone: TIM-(21) 7934- 1183/ CLARO- (21) 9399- 7563 
EMANOEL CUNHA- Email: emanoeellcunha@gmail.com 
TIM- (81) 9805- 4802
WILMAR- Email: frayvil@hotmail.com 
Fone: OI-(21) 8749- 7014
WILLIAN- Email: williamsoares40@yahoo.com.br 
Fone: TIM-(21) 8279- 8531/ VIVO-(21) 8104- 2956




segunda-feira, 22 de abril de 2013

Residentes ocupam Reitoria da UFRN em protesto contra Pró-reitoria de Assuntos Estudantis


Os Residentes (Moradores de Residencias Estudantis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, junto ao DCE da mesma, promove nesta terça, 23, às 8h, um protesto contra a atual administração da Pró-reitora de Assuntos Estudantis, em razão do tratamento desrespeitoso dispensado aos residentes universitários de Natal e do interior do RN. O ato será no prédio da reitoria, contando com a participação de residentes e outros membros da comunidade acadêmica.


Segundo o movimento, a gestão da pró-reitora Janeusa Trindade Souto tem sido marcada pela ingerência administrativa, omissão, indiferença e pelo descaso com as residências universitárias. Por isso, pedem a saída dela da PROAE.


Entre os pontos considerados críticos pelos estudantes, destacam-se a omissão durante dois anos em relação á alimentação servida aos residentes nos campus de Caicó e Currais Novos; inexistência de um sistema de proteção à saúde e de urgência aos estudantes; e abuso de poder, autoritarismo e arbitrariedade nas decisões do Conselho Administrativo das Residências Universitárias.






Com informações do Blog do DCE UFRN

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Retorno as atividades...

Gente, em decorrente de algumas questões profissionais e algumas viagens, tive que me ausentar um pouco das nossas escritas aqui no blog AElagoanova, no entanto já estamos de volta e a todo vapor. Já retomamos com o apoio integral ao movimento de combate ao fechamento de escolas do campo Ora, não podemos aceitar que esse crime seja intensificado, como temos observados nos ultimos anos. Assim fica nosso total apoio às escolas do campo e ao MST nessa luta...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comunidade no Orkut da Nova Residencia

Ai galera segue o link da comunidade da nova Residencia Universitaria Campus III da UFRN.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=113148959

Participem!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Día de solidaridad con los palestinos

Por Niko Schvarz

Hoy 23 de noviembre es el Día Internacional de Solidaridad con el Pueblo Palestino, que en nuestro país tendrá características peculiares. Se iniciará por la tarde con una marcha desde la Plaza Cagancha y una celebración a las 16 horas en la Explanada Municipal, donde habrá una apertura a cargo de la Dirección de Relaciones Internacionales y Cooperación de la IMM, palabras de la Directora de Desarrollo Social, profesora María Sara Ribero en representación de la Intendenta Ana Olivera, y una exhibición del conjunto de danzas folklóricas palestinas “Shabibat”. Este acto es auspiciado por la intendencia capitalina, la embajada de la misión de Palestina en Argentina y la Comisión (uruguaya) de Apoyo al Pueblo Palestino (CAPP).

Posteriormente, en el Palacio Legislativo, edificio anexo, se desarrollará un acto cultural, con una intervención inicial del diputado Amin Niffouri, que será seguido por el embajador palestino en Argentina, Walid Muaqqat, y cierre por parte de la presidenta de la Cámara de Representantes, Ivonne Passada. El conjunto “Shabibat” presentará como culminación seis danzas folklóricas palestinas. Allí estaremos, e invitamos a asistir a este acto de apoyo a una justa causa.

El mismo se realiza en momentos en que el diálogo palestino-israelí ha entrado en un impasse. El líder palestino Mahmud Abbas acaba de declarar que no recibió ninguna comunicación de parte del gobierno de EEUU en cuanto a la reanudación del diálogo con Israel, interrumpido el 26 de setiembre al vencer la moratoria a que se había comprometido éste por un lapso de 10 meses y exclusivamente en relación a Cisjordania, y no a Jerusalem este. El dirigente palestino dijo también que para reanudar el diálogo era imprescindible que cesaran las construcciones y nuevos asentamientos en los territorios palestinos.

El hecho real es que ni unas ni otros se detuvieron en el período indicado (en particular en Jerusalem este, donde se verificaron desalojos de palestinos de sus viviendas en elevada proporción y su ocupación por familias israelíes) y que dichas construcciones ilegales se aceleraron fuertemente a partir del 26 de setiembre. Y mientras el diálogo está paralizado, y la secretaria de Estado Hillary Clinton y el primer ministro Benyamin Netanyahu traman un acuerdo a su gusto y paladar, excluyendo –todavía hasta hoy- a los palestinos, las construcciones israelíes se multiplican. Dimos los datos en nuestra nota del día 16 (“EEUU e Israel contra los palestinos”) y a posteriori el proceso continuó.

Reseñamos también las bases del acuerdo a que se había arribado en Washington, consistentes en que EEUU le solicitaba a Israel una breve moratoria de tres meses, y exclusivamente en Cisjordania, dejándoles campo libre para seguir en Jerusalem este, donde el gobierno israelí ya anunció la construcción de 1.300 nuevas viviendas, que se suman a los trabajos de construcción de varios miles de viviendas en 63 colonias, 46 de ellas al este de la “barrera de seguridad” (o sea el muro) que Israel construye en Cisjordania. Aún en estas condiciones, en el gabinete israelí tanto el canciller ultraderechista Avigdor Lieberman, de Israel Beiteinu, como el Ministro del Interior, Elie Yishai, del ultrareligioso Shass, se niegan a asumir ese compromiso, y en la misma posición se ubica el Consejo representativo de los 300 mil colonos israelíes asentados en Cisjordania, o sea en territorios palestinos. El hecho real es que el gabinete israelí no ha resuelto nada, y las construcciones siguen. Hemos leído un artículo en que se dice que “hoy es mucho más difícil crear un Estado palestino viable, ya que en el interín, en esos territorios conquistados, fueron creados numerosos asentamientos”. La autora se refiere a los territorios palestinos ocupados por Israel. Pero eso es precisamente lo que hay que cambiar para establecer un estado palestino en todo su territorio. Uno de los objetivos de la propuesta es obligar a los palestinos a aceptar como un hecho irreversible parte de las colonizaciones que pautan el expansionismo israelí.

Ya se sabe que la contrapartida ofrecida por Hillary Clinton incluye la entrega a Israel de 20 aviones de guerra F-35, los más modernos, por valor de 30 mil millones de dólares, con el agregado de que EEUU vetará toda resolución contra Israel en la ONU y la adopción de acciones conjuntas contra Irán. Esto último, que se vincula a la dotación de los aviones de guerra ultramodernos, ha despertado la alarma de los círculos pacifistas de Israel. Advierten que se estará preparando una acción militar conjunta contra Irán, y que semejante aventura corre el riesgo de inflamar la región y desatar una guerra regional, con implicancias para El Líbano, Siria e incluso la Franja de Gaza. El peligro es de gran magnitud.

fonte: http://pagina13.org.br/?p=5142

domingo, 21 de novembro de 2010

Marcos Dantas é novo diretor do cursinho DCE-UFRN

Marcos Antonio Dantas Gomes (Marquinhos) aluno de Gestão de Políticas Públicas e conselheiro da residência universitária, assume a direção do cursinho DCE-UFRN, ele sucede Dennys Xavier (ciências Sociais). O novo diretor promete ainda a contratação de novos professores e a abertura de vagas também pelo turno matutino.

O cursinho DCE-UFRN é um projeto anual que prioriza os alunos de escolas públicas e mais carentes, já que o preço cobrado é irreal se comparado aos que visam lucro, os interessados passam por uma avaliação socioeconômica e a partir daí ingressam no curso. Os professores são geralmente alunos concluintes em licenciatura, mestrandos e doutorandos da UFRN, o que valoriza ainda mais o projeto, já que contribui para a formação de alunos e professores.

As aulas ocorrem de segunda a sexta nos períodos vespertino e noturno, com aulões aos sábados. Parabéns ao DCE pelo projeto exemplo que é o cursinho. Iniciativa a ser copiada!

fonte: http://observatorio-360.blogspot.com/2010/11/marcos-dantas-e-novo-diretor-do.html

Marcos Dantas é novo diretor do cursinho DCE-UFRN

Marcos Antonio Dantas Gomes (Marquinhos) aluno de Gestão de Políticas Públicas e conselheiro da residência universitária, assume a direção do cursinho DCE-UFRN, ele sucede Dennys Xavier (ciências Sociais). O novo diretor promete ainda a contratação de novos professores e a abertura de vagas também pelo turno matutino.

O cursinho DCE-UFRN é um projeto anual que prioriza os alunos de escolas públicas e mais carentes, já que o preço cobrado é irreal se comparado aos que visam lucro, os interessados passam por uma avaliação socioeconômica e a partir daí ingressam no curso. Os professores são geralmente alunos concluintes em licenciatura, mestrandos e doutorandos da UFRN, o que valoriza ainda mais o projeto, já que contribui para a formação de alunos e professores.

As aulas ocorrem de segunda a sexta nos períodos vespertino e noturno, com aulões aos sábados. Parabéns ao DCE pelo projeto exemplo que é o cursinho. Iniciativa a ser copiada!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lula assina decreto que regulamenta educação do campo

Da Assessoria do Ministério da Educação



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assina nesta quinta-feira, 4, decreto que trata da política de educação no campo e regulamenta o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). Segundo o decreto, a educação no campo compreende da creche à graduação e a oferta é de responsabilidade compartilhada da União, estados e municípios.

A população que reside no campo, objeto do decreto, compreende agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, trabalhadores rurais assalariados, quilombolas, caiçaras, povos da floresta, caboclos. A esses cidadãos, a escola deve atender respeitando uma série de princípios, entre os quais se destaca o respeito à diversidade, nos aspectos sociais, culturais, ambientais, políticos, econômicos, de gênero, raça e etnia.

O decreto atribui ao governo federal a responsabilidade de criar e implementar mecanismos que assegurem a manutenção e o desenvolvimento da educação na área rural, afim de superar a defasagem histórica de acesso, e propõe o enfrentamento de quatro problemas: redução do analfabetismo de jovens e adultos; fomento da educação básica na modalidade jovens e adultos integrando qualificação social e profissional; garantia de fornecimento de energia elétrica, água potável e saneamento básico para as escolas; promoção da inclusão digital com acesso a computadores, conexão à internet e às demais tecnologias digitais.

A formação de professores que lecionam nas escolas rurais também está definida no decreto. Ela deve atender, conforme o artigo quinto, os princípios e objetivos da Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, estabelecidos no Decreto nº 6.755, de janeiro de 2009.

Calendário escolar de acordo com as particularidades das atividades regionais e dos ciclos produtivos; o reconhecimento da relevância da escola multisseriada, que se caracteriza por turmas de alunos de diferentes idades e graus de conhecimento na mesma sala e com um único professor; e a pedagogia da alternância (combina atividades intensivas na sala de aula com práticas na propriedade) estão contemplados no decreto.

Para receber assistência técnica e as transferências voluntárias de recursos do governo federal, o decreto orienta estados e municípios a incluir a educação no campo nos seus planos estaduais e municipais de educação. Os planos de que trata o decreto devem ser construídos a partir do Plano Nacional de Educação (PNE), que o governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional. O PNE vai trazer as metas educacionais a serem alcançadas pelo Brasil no período de 2011 a 2020.

Pronera – A regulamentação do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que é executado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), define objetivos, beneficiários e atribui a gestão ao Incra.

O público do programa compreende jovens e adultos das famílias atendidas pelos projetos de assentamento do Incra, professores e educadores que atuam no programa, famílias cadastradas e alunos dos cursos de especialização do Incra. Na atividade de gestão, caberá ao instituto coordenar e gerenciar os projetos, produzir manuais técnicos para as atividades, além de coordenar a comissão pedagógica nacional.



Postado em http://www.mst.org.br/Lula-assina-decreto-que-regulamenta-a-educacao-na-zona-rural



Download: http://www.4shared.com/document/ngGaEXwr/decreto_7352_-_pronera_e_polit.html

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CARU de quinta! importantíssimo!

Memorando Circular nº 028/2010 – PROAE/UFRN Natal/RN, 25 de outubro de 2010.

Aos

Conselheiros das Residências Universitárias; Pró-Reitor Adjunto da PROAE, DCE; Chefe do DEAE.

Assunto: 4ª Reunião Ordinária do CARU.

1. De ordem do Prof. Ranke dos Santos Silva, Secretário de Assuntos Estudantis, convidamos V. Sª. para participar da 4ª Reunião Ordinária do Conselho Administrativo das Residências Universitárias – CARU, dia 25 de outubro de 2010 (quinta-feira), às 15 horas, na Sala de Reuniões da Pró-Reitoria de Graduação/PROGRAD.

PAUTA CARU:

1. Confraternização Natalina;

2. Assistência Médica;

3. Reunião e Visita as Residências Universitárias de Currais Novos e Caicó, dia 25/11/2010;

4. Término do Contrato do Aluguel da Residência Universitária da Rua das Gardênias – Mirassol;

5. Jornada de Trabalho das Assistentes Sociais;

6. Novo Horário de funcionamento da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis/PROAE, a partir do dia 03/11/2010 (até às 21h30min);

7. Festival Universitário da Canção – FUC/2010 (dia 05/11/2010, na Praça Cívica do Campus Universitário);

8. Outros Assuntos.

Atenciosamente,

Celia Cavalcanti Ginani

Chefe da Secretaria Administrativa da PROAE - UFRN

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